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quarta-feira, 16 de março de 2011
EITA TRÊM BÃO DEMAIS CAMINHAR NO MATO, SÔ!
Caminhar, andar no mato, sentir o cheiro forte das folhas mortas misturada com o cheiro do chão molhado, me dá muito prazer. Olha, respeito os urbanos que adoram asfalto, chiclete e coca-cola, viverem enclausurados em "apertamentos" empilhados de gente na então chamada "civilização" moderna, mas não troco por nada a natureza criada pelo Eterno! Quando o homem foi criado - foi colocado em um jardim, chamado então de Jardim do Éden. Então está no meu DNA aquela coisa que bule com o espírito da gente quando vai chegando maio, junho, as chuvas já pararam e vai dando uma agonia de "romper a cabeceira", de "picar a mula", enfim, de achar um mato rapinho porque senão (plagiando o saudoso escritor Carmo Bernardes) eu morro com a cabeça virada para as minhas querências que nem boi carreiro.
E é o que já está acontecendo comingo no momento. Hoje, 16/03/2011 e a invernada úmida aqui no solo de Goiás está sendo mais forte do que nos anos passados. O sol mal dá bom-dia. Não vejo a hora de maio chegar. As chuvas de março estão já deixando meus ossos úmidos. Já estou precisando de ventos mais secos para enxugar a alma. Êita trêm bão demais da conta caminhar no mato, sô!!!
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